Vila Brasilândia tem uma pérola importante do samba paulistano, que marcou muito para quem prestigiou, assistiu seus shows de perto e é fã: Germano Mathias. Aos 75 anos de idade, morando na Vila Brasilândia, quarto andar bloco-B, no conjunto CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) – Cohab Brasilândia.
Lenda viva com muito orgulho, cantor e compositor do estilo sincopado, cadenciado, de uma ginga musical só dele, dialogando no sotaque paulistano “orra meu” brinca. Último dos vestuários clássicos da malandragem, com sua camisa estampada , seu chapéu mimoso e pisante clássico.
Suas imitações preferidas com sons de cuíca e trombone faziam o público ir ao delírio no shows, sem contar na sua especialidade nos improvisos. Esse é Germano. O batuque na tampa da latinha de graxa nas rodas de samba que aconteciam na Praça da Sé era uma de suas ações preferidas.
Não podemos esquecer que nos anos 50 e 60 tivemos grandes sucessos desse fenômeno do samba como: “Guarda a Sandália Dela”, “Malvadeza Durão” de Zé Kéti, “A História de Um Valente”, de Nelson Cavaquinho, “Joga Chave”, de Adoniran Barbosa.
É uma honra poder escrever um pouco sobre a história desse fantástico músico, que nunca abandonou suas origens. O samba agradece.
Zéca Paulicéia
Compositor e Assessor do Vereador Cláudio Fonseca
zecapauliceiasp@ig.com.br




Muito bom seu artigo, parabéns.
Continue assim, você será o embaixador do samba no twitter e no jornal.
Abraços
Lucas